O estresse e a fadiga não acontecem por causa do que está a nossa volta, como muitos erroneamente pensavam. Eles são consequência de uma espécie de prisão mental que às vezes criamos por culpa do perverso costume de mentir. Quando não dizemos realmente o que pensamos a nossos familiares, amigos ou companheiros de trabalho entramos nessa prisão psíquica na qual estamos inconscientemente envolvidos.Frente a essa atitude tão comum na maior parte do gênero humano, o psicoterapeuta americano Brad Blanton defende, em "Radical Honesty" (Honestidade Radical, em tradução livre), um livro de autoajuda que pode ser qualificado de "não-agradável", um retorno à disciplina no exercício da verdade. O livro teve grande sucesso até o momento, e pode ser visto como um estímulo à disciplina que inspirou tratados de filósofos ilustres como Platão e Nietzsche. Mentira na adolescência. Aprender a mentir é um longo processo que tem seu ápice na adolescência, quando começamos a nos perder em discursos sobre quem somos, de onde viemos e para onde vamos. Até definir a identidade e os papéis pode passar um longo período de tempo, variável de acordo com o grau de industrialização da sociedade na qual vive o jovem que busca as respostas.Os bosquímanos, povo do sudoeste da África, adquirem sua identidade por volta dos 12 anos. Com essa idade já se casaram, deixaram sua esposa grávida, adotaram papéis próprios de adultos e é provável que mintam em raríssimas ocasiões. Enquanto isso, nas sociedades "avançadas" a adolescência pode durar dos 11 até depois dos 30 anos.Blanton alerta em seu livro que as estatísticas revelam que a taxa de mortalidade que aumenta com mais rapidez em nossa sociedade corresponde ao segmento de idade compreendido entre os 15 e os 24 anos. O mais terrível é que essa taxa não se deve a causas naturais, mas a suicídios, overdoses, acidentes e homicídios. A razão do aumento deve ser buscada no esforço dos jovens por criar uma identidade própria.A dificuldade dos jovens para dizer a verdade vai de encontro a seus melhores interesses e, além disso, gera neles estresse e a muitos arruína suas vidas. Nas consultas dos psicoterapeutas costuma-se relacionar esta dificuldade de enfrentar a verdade com o medo de crescer. É importante não se esquecer de que muitos jovens passam da superproteção de seus lares para um confronto direto com a vida para o qual não estão suficientemente preparados, o que implica aprender a não mentir se quiserem superar a mudança sem traumas.
Um longo caminho.
Mas o caminho da aprendizagem da verdade para aqueles que superaram o trauma do descobrimento da identidade é longo. Salvo em alguns casos, o normal é que continuemos mentindo até aproximadamente os 30 anos, sem um padrão específico e de uma maneira inconsciente. Esse costuma ser o caminho habitual de acesso à época adulta e uma chave manuseada pelos astutos para o sucesso social. Todos aprendemos de uma ou outra forma a desenvolver e organizar as mentiras que aparentemente nos dão satisfação antes de poder renunciar à identidade que estivemos elaborando a partir da adolescência.No entanto, há quem continue utilizando a mentira na maturidade para tirar o máximo proveito possível de sua existência. Um exemplo recente e esclarecedor foi o do financista Bernard Madoff, acusado de montar a maior fraude na história de Wall Street graças a sua habilidade de persuasão. No entanto, o problema nesse caso não foi falta de maturidade, e sim uma postura criminosa.A partir de várias experiências, Blanton recomenda a quem tem dúvidas em relação à maturidade a "agarrar o touro pelos chifres", iniciar-se na prática de contar a verdade emocional própria e falar abertamente o que pensa sobre os demais. Essa transição, que alguns consideram até "politicamente incorreta" se nos atermos às chaves das relações sociais, pode originar conflitos com nossos cônjuges, pais, irmãos, amigos e companheiros de trabalho. É, no entanto, segundo o psicoterapeuta americano, a maneira mais eficaz de se livrar de nossos demônios interiores e abrir a prisão mental que constitui a origem do estresse que habitualmente sofremos.Um provérbio indiano lembra que "se você disser a verdade durante tempo suficiente, sua palavra se transforma em lei universal". Esse nível de excelência é alcançado tão logo você admita que aquele que você é não é a pessoa que você fingiu ser até o momento.
Os riscos do estímulo.
No entanto, Blanton é consciente de que nem tudo é cor de rosa, e que manter essa cruzada em favor da verdade tem seus riscos atualmente. O principal, para o psicoterapeuta, é o estímulo, fator que pode nos levar a uma realidade fictícia, que é o mesmo que uma mentira insuperável e que pode nos gerar estresse. Até o advento da Revolução Industrial, a vida das pessoas era curta e difícil, mas submetida a poucos estímulos. As novas experiências provocam um fluxo contínuo de estímulos e uma tensão permanente em nosso sistema nervoso.Isso causa insônia, fadiga, perda de concentração, aborrecimento, depressão e sobrepeso, entre outros problemas. Também provoca estresse, hipertensão, doenças psicossomáticas e fantasias paranóides. Diante desse panorama tão pouco atrativo, Blanton adverte sobre não cometer o erro de recorrer ao "envenenamento tradicional" ou "sedação dos pobres" (álcool, drogas e comida) para enfrentar os problemas. É preferível recorrer à alimentação saudável, ao exercício físico e aos tratamentos psicológicos para experimentar um bem-estar contínuo e natural. Optar pelo enfoque moralista habitual, que recomenda "esmerar-se mais para conseguir melhores resultados", é uma forma de autoengano e de dar outra volta na chave da prisão mental que envolve nosso estresse.
Por Francisco Galindo.
Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009
Mentira e estresse, uma relação mais que provável
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Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2009
Discutindo a relação
Por Sandra Maia, BRPress
(BR Press) - Discutir a relação já é algo delicado e complexo. Ou melhor, discutir o relacionamento se torna complicado à medida que não falamos o que precisamos, na hora e lugar certos, para pessoa certa. Ao invés disso, vamos acumulando e acumulando uma série de sentimentos e ressentimentos.
E, de repente, estamos lá os dois com aquela cara de "pastel" e, do nada, qualquer gota d´água se transforma em uma hecatombe nuclear! Passamos então a DISCUTIR A RELAÇÃO - no pior momento. Com a pior expectativa, com a total falta de bom senso.
Alinhar expectativas
De fato, discutir a relação deveria ser algo prazeiroso. Falar de futuro, projeções, alinhar expectativas. Contratar o que queremos e não queremos na relação. Falar de nós, dos nossos sonhos, do que gostamos e não gostamos. Do que imaginamos, de como desejamos viver a relação.
É isso: discutir a relação poderia ser um passo para o sucesso do relacionamento. Mas, normalmente, vem tão carregado de "coisas mal resolvidas" ao longo do tempo que se torna uma bomba... E então, vem o pior: NINGUÉM QUER DISCUTIR A RELAÇÃO... OU SEJA, MUITAS DAS RELAÇÕES ESTÃO FADADAS AO FRACASSO porque pura e simplesmente não conseguimos confrontar o que precisa ser confrontado na hora em que isso deve ser feito.
No começo - porque não queremos quebrar o encanto -, ao longo da relação – porque nos achamos perfeitos -, e, todo o tempo - porque estamos na vaidade, no ego, na máscara... E, desse modo, o tempo passa e a relação acaba.
Bom, acredito ainda que pior que tudo isso junto - ou seja, a carga emocional que o DISCUTIR A RELAÇÃO NESSA SITUAÇÃO provoca, o despreparo, o fator surpresa para o outro (que, muitas vezes, não estava nem aí para o que estava acontecendo) - é experimentar fazer tudo isso POR TELEFONE! POR MSN! POR E-MAIL... Não dá certo!!! Sabemos qual será o resultado. Um gritando e chorando do lado de cá, o outro estupefato do lado de lá...
Na hora adequada
E se é dessa maneira, porque insistimos em tomar esse tipo de atitude? Por que não conseguimos resolver nossas questões na hora em que tudo acontece? Isso é realmente algo a investigar - e trabalhar o autoconhecimento pode ser o início.
É sempre bom ressaltar que, se agirmos assim com relação à nossa relação amorosa, provavelmente, fazemos o mesmo com nossas relações familiares, profissionais e afetivas. Repetimos o mesmo comportamento, ou seja, somos aqueles do DEIXA PRA LÁ... Aqueles mesmo que aprenderam a colocar panos quentes em tudo. A passar a mão na cabeça de todos...O único problema é que isso muitas vezes não é real. Afinal - somos todos humanos. E, engolir sapos, brejos inteiros, lagoas, tem um limite... Uns podem ser mais elásticos, outros menos. O fato é que UM DIA A CASA CAI.
Tudo para fora
E então não há relação - ou discutir a relação - que agüente. Nesse caso homens ou mulheres agem da mesma forma... Isto é: colocamos tudo em um tamanho acima do normal - explodimos. Colocamos para fora tudo de uma vez, tudo o que nos incomodou em anos e, nesse caso, podemos ser mesmo cruéis ao lembrar coisas passadas que já não tem a menor importância e que fazem tudo ainda mais impossível.
Resultado: DISCUTIR A RELAÇÃO passa a ter na relação um espaço cada vez menor... Vamos nos tornando estranhos, desencontrados... Escolhas! Sempre escolhas.
Sandra Maia é autora dos livros Eu Faço Tudo por Você - Histórias e relacionamentos co-dependentes e Você Está Disponível? Um caminho para o amor pleno, editados pela Celebris. Fale com ela pelo e-mail pauta@brpress.net.
(BR Press) - Discutir a relação já é algo delicado e complexo. Ou melhor, discutir o relacionamento se torna complicado à medida que não falamos o que precisamos, na hora e lugar certos, para pessoa certa. Ao invés disso, vamos acumulando e acumulando uma série de sentimentos e ressentimentos.
E, de repente, estamos lá os dois com aquela cara de "pastel" e, do nada, qualquer gota d´água se transforma em uma hecatombe nuclear! Passamos então a DISCUTIR A RELAÇÃO - no pior momento. Com a pior expectativa, com a total falta de bom senso.
Alinhar expectativas
De fato, discutir a relação deveria ser algo prazeiroso. Falar de futuro, projeções, alinhar expectativas. Contratar o que queremos e não queremos na relação. Falar de nós, dos nossos sonhos, do que gostamos e não gostamos. Do que imaginamos, de como desejamos viver a relação.
É isso: discutir a relação poderia ser um passo para o sucesso do relacionamento. Mas, normalmente, vem tão carregado de "coisas mal resolvidas" ao longo do tempo que se torna uma bomba... E então, vem o pior: NINGUÉM QUER DISCUTIR A RELAÇÃO... OU SEJA, MUITAS DAS RELAÇÕES ESTÃO FADADAS AO FRACASSO porque pura e simplesmente não conseguimos confrontar o que precisa ser confrontado na hora em que isso deve ser feito.
No começo - porque não queremos quebrar o encanto -, ao longo da relação – porque nos achamos perfeitos -, e, todo o tempo - porque estamos na vaidade, no ego, na máscara... E, desse modo, o tempo passa e a relação acaba.
Bom, acredito ainda que pior que tudo isso junto - ou seja, a carga emocional que o DISCUTIR A RELAÇÃO NESSA SITUAÇÃO provoca, o despreparo, o fator surpresa para o outro (que, muitas vezes, não estava nem aí para o que estava acontecendo) - é experimentar fazer tudo isso POR TELEFONE! POR MSN! POR E-MAIL... Não dá certo!!! Sabemos qual será o resultado. Um gritando e chorando do lado de cá, o outro estupefato do lado de lá...
Na hora adequada
E se é dessa maneira, porque insistimos em tomar esse tipo de atitude? Por que não conseguimos resolver nossas questões na hora em que tudo acontece? Isso é realmente algo a investigar - e trabalhar o autoconhecimento pode ser o início.
É sempre bom ressaltar que, se agirmos assim com relação à nossa relação amorosa, provavelmente, fazemos o mesmo com nossas relações familiares, profissionais e afetivas. Repetimos o mesmo comportamento, ou seja, somos aqueles do DEIXA PRA LÁ... Aqueles mesmo que aprenderam a colocar panos quentes em tudo. A passar a mão na cabeça de todos...O único problema é que isso muitas vezes não é real. Afinal - somos todos humanos. E, engolir sapos, brejos inteiros, lagoas, tem um limite... Uns podem ser mais elásticos, outros menos. O fato é que UM DIA A CASA CAI.
Tudo para fora
E então não há relação - ou discutir a relação - que agüente. Nesse caso homens ou mulheres agem da mesma forma... Isto é: colocamos tudo em um tamanho acima do normal - explodimos. Colocamos para fora tudo de uma vez, tudo o que nos incomodou em anos e, nesse caso, podemos ser mesmo cruéis ao lembrar coisas passadas que já não tem a menor importância e que fazem tudo ainda mais impossível.
Resultado: DISCUTIR A RELAÇÃO passa a ter na relação um espaço cada vez menor... Vamos nos tornando estranhos, desencontrados... Escolhas! Sempre escolhas.
Sandra Maia é autora dos livros Eu Faço Tudo por Você - Histórias e relacionamentos co-dependentes e Você Está Disponível? Um caminho para o amor pleno, editados pela Celebris. Fale com ela pelo e-mail pauta@brpress.net.
Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008
O que elas mais odeiam nos homens
Segundo pesquisa da revista VIP, o que as mullheres menos gostam nos parceiros é o mau hálito, disparado na frente, com 40% dos votos. Em segundo lugar, com 19%, vem o fator unha suja, que não tem desculpa que dê jeito. Veja a lista completa abaixo:
1º. Mau hálito - 40%
Importante lembrar que não se trata de de bafo de cerveja e sim daquele cheirão ruim que vem de problemas dentários ou estomacais
2º. Unha suja - 19%
Mesmo quem trabalha como mecânico costuma ter o hábito de limpar as unhas sempre que for sair com alguma data, então, melhor todos os homens se cuidarem neste quesito
3º. Pêlo saindo do nariz - 18%
Melhor dar uma conferida no espelho pra ver se você não sofre dessa repulsa feminina. Existem barbeadores especiais para tirar os indesejáveis pêlinhos que ficam pulando para fora do nariz
4º. Rodelas de suor debaixo do braço - 6%
Aquelas 'pizzas' que mancham a camisa só são aceitas se for estiver malhando há duas horas na academia. Já fora desse ambiente, a mulherada correrá de você.
5º. Pêlos em excesso no corpo - 6%
Neste quesito, basta lembrar do Tony Ramos: melhor nem comentar
6º. Muito cravo no nariz - 4%
Não tem desculpa, pois há tantos produtos para beleza masculina no mercado hoje em dia...não custa nada se cuidar certo?
7º. Monocelha - 3%
Pra quem não sabe, monocelha são aquelas sombrancelhas que parecem uma só, as famosas taturanas. Melhor depilá-las do que perder a gata só de olhar para ela.
8º. Dente amarelado - 2%
O sorriso é o cartão de visita de uma pessoa, por isso, dê uma averiguada no espelho e qualquer coisa compre alguma pasta dental que clareia os dentes, ou vá ao dentista mais próximo caso a coisa esteja muita feia
9º. Perfume demais - 2%
Não é porque você gastou caro naquele perfume importado que precisa tomar 'banho' dele. Respeitar o nariz alheio faz mais sucesso entre as mulheradas
10º. Roupa com respingo de molho empatado com calos na mão - 1%
Ok, se você está num jantar pode até ser que aconteça um acidente. Mas se você usar essa mesma camisa no dia seguinte, aí não tem desculpa! Sobre calosidades nas mãos, um creminho vai bem e não custa caro, afinal tudo vale a pena na hora de conseguir conquistar quem você está a fim!
1º. Mau hálito - 40%
Importante lembrar que não se trata de de bafo de cerveja e sim daquele cheirão ruim que vem de problemas dentários ou estomacais
2º. Unha suja - 19%
Mesmo quem trabalha como mecânico costuma ter o hábito de limpar as unhas sempre que for sair com alguma data, então, melhor todos os homens se cuidarem neste quesito
3º. Pêlo saindo do nariz - 18%
Melhor dar uma conferida no espelho pra ver se você não sofre dessa repulsa feminina. Existem barbeadores especiais para tirar os indesejáveis pêlinhos que ficam pulando para fora do nariz
4º. Rodelas de suor debaixo do braço - 6%
Aquelas 'pizzas' que mancham a camisa só são aceitas se for estiver malhando há duas horas na academia. Já fora desse ambiente, a mulherada correrá de você.
5º. Pêlos em excesso no corpo - 6%
Neste quesito, basta lembrar do Tony Ramos: melhor nem comentar
6º. Muito cravo no nariz - 4%
Não tem desculpa, pois há tantos produtos para beleza masculina no mercado hoje em dia...não custa nada se cuidar certo?
7º. Monocelha - 3%
Pra quem não sabe, monocelha são aquelas sombrancelhas que parecem uma só, as famosas taturanas. Melhor depilá-las do que perder a gata só de olhar para ela.
8º. Dente amarelado - 2%
O sorriso é o cartão de visita de uma pessoa, por isso, dê uma averiguada no espelho e qualquer coisa compre alguma pasta dental que clareia os dentes, ou vá ao dentista mais próximo caso a coisa esteja muita feia
9º. Perfume demais - 2%
Não é porque você gastou caro naquele perfume importado que precisa tomar 'banho' dele. Respeitar o nariz alheio faz mais sucesso entre as mulheradas
10º. Roupa com respingo de molho empatado com calos na mão - 1%
Ok, se você está num jantar pode até ser que aconteça um acidente. Mas se você usar essa mesma camisa no dia seguinte, aí não tem desculpa! Sobre calosidades nas mãos, um creminho vai bem e não custa caro, afinal tudo vale a pena na hora de conseguir conquistar quem você está a fim!
Sexta-feira, 12 de Dezembro de 2008
Veja 20 conselhos para um casamento feliz
1. Respire fundo e pense no quanto você o ama antes de começar uma discussão.
2. Cumprimente-o todas as manhãs carinhosamente, como se tivessem acabado de se encontrar e despeça-se dele com um beijo toda vez que ele for sair.
3. Surpreenda-o com pequenos detalhes, uma carta escondida, um jantar especial, o doce predileto dele, uma foto de vocês dois, um convite para o cinema ou teatro.
4. Esteja sempre com a sua aliança, isto dará confiança ao seu parceiro
5. Seja sensível, compreensiva e otimista.
6. Mantenha sua casa organizada, nada melhor do que a limpeza.
7. Não deixe que ele te veja desarrumada. Mesmo que vocês estejam vivendo juntos, lembre-se de que a sua imagem é importante também.
8. Não deixe seus amigos de lado, o mais importante será seu marido, mas nunca se esqueça dos que já compartilharam momentos com você.
9. Tomem decisões em conjunto, isto ajudará com que vocês se mantenham unidos.
10. Diga que você pensa muito nele, que o ama e que ele é a melhor coisa que já aconteceu na sua vida.
11. Façam um programa diferente só vocês dois uma vez por semana.
12. O sexo é importante, por isso, falem sobre o que vocês gostam, assim terão mais prazer.
13. Toque-o constantemente. Dê a mão para ele ao andarem na rua.
14. Comemorem datas especiais como o aniversário de namoro, o seu próprio aniversário e qualquer outra data que possa ser importante.
15. Não se atormentem por causa de dinheiro, tenham as contas bem esclarecidas e dividam os gastos.
16. Admita quando você estiver errada, lembre-se que ele não é perfeito e você tampouco.
17. Seu parceiro deve ser seu amigo, confidente. Conte a ele o que acontece no seu dia-a-dia e nos seus sonhos.
18. Surpreenda-o com um strip-tease, uma fantasia sedutora ou uma personalidade diferente na cama.
19. Lembre-se de que você se casou com o homem da sua vida e que o casamento pode ser divertido. Faça bom proveito disso.
20. Tenham uma música, um lugar, palavras-chaves, isso só fará com que vocês sejam cúmplices.
2. Cumprimente-o todas as manhãs carinhosamente, como se tivessem acabado de se encontrar e despeça-se dele com um beijo toda vez que ele for sair.
3. Surpreenda-o com pequenos detalhes, uma carta escondida, um jantar especial, o doce predileto dele, uma foto de vocês dois, um convite para o cinema ou teatro.
4. Esteja sempre com a sua aliança, isto dará confiança ao seu parceiro
5. Seja sensível, compreensiva e otimista.
6. Mantenha sua casa organizada, nada melhor do que a limpeza.
7. Não deixe que ele te veja desarrumada. Mesmo que vocês estejam vivendo juntos, lembre-se de que a sua imagem é importante também.
8. Não deixe seus amigos de lado, o mais importante será seu marido, mas nunca se esqueça dos que já compartilharam momentos com você.
9. Tomem decisões em conjunto, isto ajudará com que vocês se mantenham unidos.
10. Diga que você pensa muito nele, que o ama e que ele é a melhor coisa que já aconteceu na sua vida.
11. Façam um programa diferente só vocês dois uma vez por semana.
12. O sexo é importante, por isso, falem sobre o que vocês gostam, assim terão mais prazer.
13. Toque-o constantemente. Dê a mão para ele ao andarem na rua.
14. Comemorem datas especiais como o aniversário de namoro, o seu próprio aniversário e qualquer outra data que possa ser importante.
15. Não se atormentem por causa de dinheiro, tenham as contas bem esclarecidas e dividam os gastos.
16. Admita quando você estiver errada, lembre-se que ele não é perfeito e você tampouco.
17. Seu parceiro deve ser seu amigo, confidente. Conte a ele o que acontece no seu dia-a-dia e nos seus sonhos.
18. Surpreenda-o com um strip-tease, uma fantasia sedutora ou uma personalidade diferente na cama.
19. Lembre-se de que você se casou com o homem da sua vida e que o casamento pode ser divertido. Faça bom proveito disso.
20. Tenham uma música, um lugar, palavras-chaves, isso só fará com que vocês sejam cúmplices.
Algemas do prazer
Passada a empolgação inicial, será que apenas sexo é capaz de sustentar um relacionamento estável?
A cantora Amy Winehouse apimentou mais uma vez o mundo das celebridades, ao declarar o motivo do fim do relacionamento com o ex-presidiário Blake Fielder-Civil. "Acabou. Não há retorno para nós. Nunca iria durar. Só estávamos juntos por sexo. Eu o venerava loucamente, como nenhuma outra pessoa. Mas isso não basta, né?", declarou à imprensa britânica.Polêmicas à parte, a artista reabriu uma discussão antiga: é possível manter uma relação baseada somente na atração física? "Pode acontecer, de maneira saudável, se nenhum dos dois lados envolver emocionalmente. Nesse caso, o casal apenas faz sexo, não entra em discórdia, nem compartilha ou divide dificuldades. Apenas desfrutam da boa química que os atrai", explica o sexólogo João Borzinho. Falar é fácil, mas será que um relacionamento assim tem futuro? A carne é fracaNão é só com famosos que o amor carnal acontece. Miriam*, de 22, passou por uma situação semelhante à da popstar inglesa. Aos 15 anos, conheceu um rapaz, com quem manteve um relacionamento superficial, por um longo período. "Ficamos quatro anos juntos, ligados pelo sexo, que era muito bom, mas nunca assumimos nada mais sério". Para Borzinho, apesar de existirem exceções, essas situações costumam acontecer quando o casal vive às turras. "Geralmente são casais que vivem entre tapas e beijos, ou que vivem relacionamentos de envolvimento precoce, intenso e fugas".Miriam se encaixa nesse perfil. Ela conta que o seu parceiro não conseguia se comprometer apenas com uma mulher e por essa razão, as brigas eram constantes. "A gente se dava bem, conversava e tal, mas percebia que o nosso relacionamento era só sexo mesmo. Durante o tempo que ficamos juntos peguei ele várias vezes com outras meninas. Brigava, xingava e a gente acabava se resolvendo na cama", relembra a estudante.
Quem gosta mais?Segundo pesquisas recentes sobre o comportamento sexual do brasileiro, aproximadamente 46% das mulheres acham o sexo muito importante em um relacionamento. "Esse dado demonstra que as mulheres estão mais livres sexualmente, ou seja, estão se libertando cada vez mais dos preconceitos e tabus que a repressão sexual impregna em nossa educação sexual. Entre os homens, é lógico que a importância revelada pela pesquisa é muito grande", garante o sexólogo. Mas mesmo com maior liberdade, elas continuam a sofrer com o estigma de parceiras ocasionais. Enquanto o homem acha que deve estar sempre pronto para ação, pensar muito em sexo e carregar suas conquistas sexuais como um troféu, a mulher continua a enfrentar o olhar distorcido da sociedade. "Mulheres que não se libertam desses preconceitos sofrem imensamente com a repressão sexual, acumulam um desejo reprimido", completa Borzinho. Não caia na ciladaPara não confundir amor verdadeiro com carnal, é importante separar sentimento com paixonite - uma armadilha da evolução biológica, que faz com que os indivíduos depreciem o relacionamento em função do sexo. É nessa hora que as pessoas não ligam para as afinidades de personalidade, se anulando e aceitando certos aspectos do parceiro, que mais tarde, passam a ser vistos como abomináveis. O tempo que uma paixonite dura? Segundo os especialistas, de quatro meses a um ano.Mas para quem acha que está precisando de uma noite daquelas, o sexólogo dá algumas dicas, para momentos quando não dá mais pra segurar. "A entrega sexual deve acontecer para saber se existe compatibilidade. O cheiro de seu parceiro tem de agradar, porém o modo como ele pensa e age também. Uma boa relação sexual com alguém não significa que ele é o homem da sua vida". Pode ser apenas uma boa transa! Preste atenção no relacionamento, que como já dizia o poeta, deve ser eterno enquanto dure".
A cantora Amy Winehouse apimentou mais uma vez o mundo das celebridades, ao declarar o motivo do fim do relacionamento com o ex-presidiário Blake Fielder-Civil. "Acabou. Não há retorno para nós. Nunca iria durar. Só estávamos juntos por sexo. Eu o venerava loucamente, como nenhuma outra pessoa. Mas isso não basta, né?", declarou à imprensa britânica.Polêmicas à parte, a artista reabriu uma discussão antiga: é possível manter uma relação baseada somente na atração física? "Pode acontecer, de maneira saudável, se nenhum dos dois lados envolver emocionalmente. Nesse caso, o casal apenas faz sexo, não entra em discórdia, nem compartilha ou divide dificuldades. Apenas desfrutam da boa química que os atrai", explica o sexólogo João Borzinho. Falar é fácil, mas será que um relacionamento assim tem futuro? A carne é fracaNão é só com famosos que o amor carnal acontece. Miriam*, de 22, passou por uma situação semelhante à da popstar inglesa. Aos 15 anos, conheceu um rapaz, com quem manteve um relacionamento superficial, por um longo período. "Ficamos quatro anos juntos, ligados pelo sexo, que era muito bom, mas nunca assumimos nada mais sério". Para Borzinho, apesar de existirem exceções, essas situações costumam acontecer quando o casal vive às turras. "Geralmente são casais que vivem entre tapas e beijos, ou que vivem relacionamentos de envolvimento precoce, intenso e fugas".Miriam se encaixa nesse perfil. Ela conta que o seu parceiro não conseguia se comprometer apenas com uma mulher e por essa razão, as brigas eram constantes. "A gente se dava bem, conversava e tal, mas percebia que o nosso relacionamento era só sexo mesmo. Durante o tempo que ficamos juntos peguei ele várias vezes com outras meninas. Brigava, xingava e a gente acabava se resolvendo na cama", relembra a estudante.
Quem gosta mais?Segundo pesquisas recentes sobre o comportamento sexual do brasileiro, aproximadamente 46% das mulheres acham o sexo muito importante em um relacionamento. "Esse dado demonstra que as mulheres estão mais livres sexualmente, ou seja, estão se libertando cada vez mais dos preconceitos e tabus que a repressão sexual impregna em nossa educação sexual. Entre os homens, é lógico que a importância revelada pela pesquisa é muito grande", garante o sexólogo. Mas mesmo com maior liberdade, elas continuam a sofrer com o estigma de parceiras ocasionais. Enquanto o homem acha que deve estar sempre pronto para ação, pensar muito em sexo e carregar suas conquistas sexuais como um troféu, a mulher continua a enfrentar o olhar distorcido da sociedade. "Mulheres que não se libertam desses preconceitos sofrem imensamente com a repressão sexual, acumulam um desejo reprimido", completa Borzinho. Não caia na ciladaPara não confundir amor verdadeiro com carnal, é importante separar sentimento com paixonite - uma armadilha da evolução biológica, que faz com que os indivíduos depreciem o relacionamento em função do sexo. É nessa hora que as pessoas não ligam para as afinidades de personalidade, se anulando e aceitando certos aspectos do parceiro, que mais tarde, passam a ser vistos como abomináveis. O tempo que uma paixonite dura? Segundo os especialistas, de quatro meses a um ano.Mas para quem acha que está precisando de uma noite daquelas, o sexólogo dá algumas dicas, para momentos quando não dá mais pra segurar. "A entrega sexual deve acontecer para saber se existe compatibilidade. O cheiro de seu parceiro tem de agradar, porém o modo como ele pensa e age também. Uma boa relação sexual com alguém não significa que ele é o homem da sua vida". Pode ser apenas uma boa transa! Preste atenção no relacionamento, que como já dizia o poeta, deve ser eterno enquanto dure".
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